
Pense em quando você escolheu o seu banco atual. Dificilmente o argumento decisivo foi "ele tem aplicativo" ou "ele tem Pix", porque hoje isso é regra. O que pesou foram outras coisas: se o app é fácil de usar, se você recebe o aviso de cada compra assim que ela acontece e, principalmente, o que acontece quando aparece uma compra que você não fez e você precisa falar com alguém.
Com o self booking acontece algo parecido.
Self booking corporativo é a modalidade pela qual o próprio colaborador reserva voos, hotéis e carros para as viagens a trabalho, seguindo as regras da política da empresa.
Mas, se todo self booking reserva voo e hotel, onde está a diferença? Nos detalhes que só aparecem com o uso, do mesmo jeito que acontece com o banco. Alguns você percebe na primeira semana, e outros só quando precisa resolver algo mais sério.
A reserva precisa ser mais rápida do que o atalho
Se reservar pela ferramenta da empresa dá mais trabalho do que comprar direto no site da companhia aérea, o atalho fica tentador, e cada compra feita por fora é uma viagem que a empresa deixa de enxergar.
Por isso, o tempo de reserva e a facilidade de uso pesam muito mais do que parece, porque são eles que fazem o time adotar a ferramenta de verdade.
A política tem que aparecer na hora da escolha
No banco, você sabe o seu limite antes de fazer a compra, e não quando a fatura chega. Com a política de viagens deveria ser igual.
Quando as regras estão dentro da ferramenta, o viajante vê as opções que a empresa já aprovou e não precisa consultar um documento para saber se aquele hotel cabe na diária.
E, se ele precisar de algo fora do padrão, o pedido segue com justificativa para quem aprova, em vez de virar uma surpresa no fechamento do mês.
O melhor canal é aquele que o viajante já usa
Tem gente que prefere o aplicativo e tem gente que resolve tudo pelo WhatsApp. Uma ferramenta que obriga todo mundo a entrar em um sistema separado para cada reserva cria atrito logo no primeiro contato.
Já uma que chega pelo canal que o viajante usa no dia a dia passa a fazer parte do hábito dele sem esforço.
Os números precisam chegar prontos
Assim como o extrato do banco mostra para onde foi cada real, um bom self booking mostra os gastos de viagem enquanto eles acontecem, organizados por centro de custo, área e viajante.
Quem cuida do financeiro deixa de montar planilha no fim do mês e passa a acompanhar os números com tempo de agir sobre eles.
E alguém precisa atender quando o plano muda
É aqui que a comparação com o banco fica mais clara. O aplicativo resolve a transferência, mas, quando aparece uma compra que você não reconhece, ninguém quer conversar com um menu de opções que não chega em lugar algum.
Em viagem, o equivalente é o voo cancelado na véspera de uma reunião, a conexão perdida ou a remarcação que precisa sair em minutos.
Nessas horas, nem a ferramenta mais bem desenhada substitui uma pessoa do outro lado que conheça o assunto e tenha autonomia para resolver.
É também a diferença que mais pesa quando a viagem já começou.
Como a LID Travel faz o self booking funcionar
Na LID Travel, o viajante reserva voos, hotéis, carros e ônibus pelo aplicativo ou pelo WhatsApp, e uma reserva completa leva 6 minutos.
A política da empresa, com os acordos que ela já tem, vale em toda busca e toda reserva, o que ajuda a explicar por que a conformidade com a política chega a 94%.
As aprovações seguem as alçadas definidas pela empresa e podem ser feitas pelo celular. As exceções chegam com justificativa, e os gastos aparecem em tempo real, por centro de custo, área e viajante.
Quando alguma coisa sai do planejado, quem atende é uma pessoa, que assume a remarcação ou a exceção e resolve, inclusive fora do horário comercial, com tempo médio de atendimento abaixo de dois minutos.
No fim das contas, a gente continua no banco que resolve quando o cartão dá problema. Na hora de escolher quem cuida das viagens da sua empresa, a lógica não precisa ser diferente.





