
Uma empresa não manda passagens para outra cidade. Manda pessoas. Gente que vai negociar, visitar um cliente, acompanhar um projeto. E que, por alguns dias, depende de decisões tomadas longe dela: o hotel escolhido, o voo reservado e quem atende o telefone quando o plano muda.
Duty of care é o nome que o mercado de viagens corporativas dá a esse cuidado. Numa tradução livre, é o dever de cuidar de quem viaja a trabalho: a responsabilidade da empresa com a segurança e o bem-estar dessas pessoas, antes, durante e depois da viagem.
Você lendo dessa forma, pode parecer algo meio abstrato, mas ele cabe num exemplo de viagem que você deve conhecer bem.
Pense na Laura, gerente comercial, indo de São Paulo para Salvador para dois dias de reunião com um cliente. Ela é fictícia, mas a situação você provavelmente já viu acontecer.
Segunda-feira: antes de fazer a mala
Na segunda, a Laura reserva a viagem. Parece a parte mais burocrática da história, mas é ali que começou o cuidado.
Na empresa dela, a política de viagens já vem aplicada na ferramenta de reservas. Ou seja, os voos e hotéis que aparecem para ela são os que a empresa já aprovou. Ela não precisa ficar se perguntando se pode ou não pode. E a empresa sabe onde ela vai se hospedar antes mesmo de ela sair de casa. A viagem também sai com seguro-viagem.
Terça-feira: você saberia dizer onde ela está?
Na terça, a Laura embarca. Agora imagine que alguém da empresa precise falar com ela com urgência, ou que aconteça alguma coisa em Salvador. Daria para descobrir rapidinho em que hotel ela está e qual é o voo de volta?
Na empresa da Laura, dá, porque todas as viagens ficam registradas no mesmo lugar. Quando não existe esse registro, a resposta depende de alguém lembrar em qual e-mail a reserva foi parar.
Quarta à noite: oi, Lei de Murphy
A reunião foi ótima, e o jantar com o cliente também. Mas, de volta ao hotel, a Laura passa mal. O voo de volta é às 7h da manhã, e ela sabe que não vai conseguir embarcar.
Você já deve ter passado por algo parecido, ou conhece alguém que passou: doente, longe de casa, tendo que resolver passagem, hotel e autorização ao mesmo tempo. É o tipo de noite que ninguém quer ter, não é mesmo?
A Laura não precisou fazer nada disso. Ligou para o suporte de viagens da empresa, que atende inclusive fora do horário comercial, e falou com uma pessoa de carne e osso, não com um chatbot.
Essa pessoa remarcou o voo para sexta, estendeu a hospedagem e registrou a exceção à política. Enquanto isso, a Laura fazia a única coisa que deveria estar fazendo naquela noite: cuidar de si, com a cobertura do seguro-viagem.
Sexta-feira: de volta para casa
Quando a Laura volta, a diária extra e a remarcação já aparecem nos relatórios, lançadas no centro de custo certo e com a justificativa registrada. Ninguém precisa vasculhar uma semana de e-mails para entender o que aconteceu.
E, se algo assim se repetir com outras pessoas, a empresa vai enxergar isso nos números e pode ajustar a política.
Percebeu onde estava o cuidado?
Se você reparar, o cuidado com a Laura não começou na quarta à noite, quando ela passou mal. Começou na segunda, quando ela reservou a viagem.
Foi a soma de coisas pequenas que fez a diferença: a política aplicada na reserva, a viagem registrada, alguém disponível para atender e os dados centralizados. Juntas, elas fizeram um imprevisto chato não virar um problemão.
“Mas aqui nunca aconteceu nada”
Talvez você esteja pensando isso agora. Será mesmo? Nenhum voo cancelado em cima da hora, nenhuma conexão perdida, nenhum colaborador que precisou se virar sozinho?
Pode ser que não. Mas também pode ser que tenha acontecido, que alguém tenha resolvido do jeito que deu e que a história nunca tenha chegado aos seus ouvidos.
Nos dois casos, a melhor hora de se preparar é antes do próximo imprevisto, e não durante.
Onde a LID Travel entra nessa história
Tudo o que aconteceu com a Laura faz parte do dia a dia da LID Travel.
Política aplicada na reserva: a regra vale em toda busca e toda reserva.
Reservas centralizadas: todas as viagens da empresa em um só lugar.
Seguro-viagem: cobertura para quem está longe de casa.
Suporte humano 24/7: tempo médio de atendimento abaixo de 2 minutos.
Exceções registradas: com justificativa, no centro de custo certo.
Relatórios em tempo real: por centro de custo, área e viajante.
Homologação IATA e operação desde 2015.
Sua empresa foca no negócio. A gente cuida de quem viaja por ele.





